| [imagem: aglaé gil, em paranaguá] |
Pela porta entrou o moço do terno esquisito e aquele lenço amarelo na lapela.
Rebuliço pela casa,
vento entrou com a voz de homem que, havia muito,
pela casa não se ouvia.
Pela janela saiu o sonho e a esperança,
enquanto ela via que ele ia, ia e ia, sem saber voltar.
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